Buscar alternativas para fazer Arte é uma tendência marcante no mercado de Arte. Não apenas pela atual crise econômica, mas pela conscientização das questões da sustentabilidade.
Atualmente os plásticos representam aproximadamente 80% do lixo marinho. Medidas sustentáveis estão sendo discutidas, mas prever o fim da indústria dos plásticos é ainda utópico.
Mais pessoas passaram a prestar atenção no futuro do nosso planeta. Projetos inovadores são cada vez mais aplicados no aproveitamento do resíduo sólido. É o caso do artesão brasileiro Claudinel Roberto Nanzi, morador em Jundiaí (SP). Após décadas utilizando a madeira como matéria prima para suas criações, decidiu trocar por garrafas PET. A reciclagem das garrafas começou como hobbie até que a brincadeira transformou-se em belas esculturas. Deslumbrado com a versatilidade do produto, comenta: ” as que me dão mais prazer de transformar são aquelas que eu chamo de garrafas de área de risco, porque estão prestes a cair dentro de uma galeria de água pluvial ou dentro dentro de um córrego. Quando vão virar um problema, eu faço a captação e transformo em arte”.
São aproximadamente 400 garrafas PET reutilizadas com a ajuda de uma tesoura, ferro de solda, pincel, tinta, cola entre outros. As peças variam de R$ 15 a R$80, dependendo do tamanho.

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O desafio agora é ter o trabalho reconhecido pelo mercado de arte.