Arte urbana móvel.

Depois de enfrentar um engarrafamento de uma hora retornando pra casa, paro no posto para um café. Ao sair, vejo uma incrível inusitada pintura, instalação urbana jamais vista aqui no Rio de Janeiro. Quando morava em Miami, era comum ver esse tipo de trabalho. Achei incrível!

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O interior estava revestido com um tecido estampado com caveiras. A alça dos passageiros eram algemas.

O rapaz todo orgulhoso em mostrar vestia socialmente.

Já dizia Oscar Wilde: ” Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”.

Esse, definitivamente, sabe viver!

ESPERANÇA

 

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Vivo numa cidade

Onde as ruas são dos carros.

Onde a água é mal tratada

Rios como depósito de lixo

Muitas casas sem esgoto

Pessoas inseguras, famintas.

 

 

Eu fui o ontem.                           IMG_0332

Sou o hoje.

Me chamo Esperança!

Por Isabela Saramago, 2018.

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                           Esperança, escultura em metal reciclado

                                                                                                                          Minha autoria.

 

 

 

 

 

 

 

VIDA

                                                                                                                         

  Sim, eu sou                                                                                                   Caminho Recreio2

  Sim, eu posso

  Sim, eu canto                     

  Sim, eu faço

  Sim, eu traço

  Meu caminho chamado

  VIDA! (isabela saramago)

 

 

 

O Vento Levou!

” Cante uma canção

do fundo do coração.

Sem ritmo ou refrão

solte aos berros sua emoção!

 

Solte um sorriso

alegre e verdadeiro.

Abrace o paraíso

sem rodeio, por inteiro.

 

Vida que no tempo existe

faça sentido, cante alegria

saia do abstrato, o tempo existe.

Seja a obra da sua Vida! (por Isabela Saramago)

 

                                                                                                E o Vento Levou – escultura em metal reciclado.  Minha autoria.

 

A arte de reciclar.

Já faz tempo que o homem vem degradando a natureza seja pela sobrevivência seja pelo comportamento. Poluição, desmatamentos, uso de agrotóxicos, desperdício de água, energia elétrica entre outros, coloca o meio ambiente em risco afetando tanto seu habitat como também das espécies animais e vegetais.

Na última década, muitas pessoas estão buscando alternativas sustentáveis no aproveitamento dos resíduos sólidos. Um bom exemplo pode ser observado no jardim externo de uma casa em um condomínio na Barra da Tijuca na Cidade do Rio de Janeiro. Após o término do telhado, o arquiteto aproveitou as telhas restantes e projetou um canteiro ao redor da casa.

 

canteiro1                           canteiro1a

 

Já o Artista Angolano (infelizmente não consegui saber o seu nome), aproveita os talheres doados e desperdiçados e cria formas inusitadas para decorar a casa ou bijuterias bastante originais.

 

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Cada movimento contribui na diminuição do impacto ambiental.

A queda do ciclista.

” No caminho do trabalho,

Pedalava tranquilamente,

Um pedestre ao acaso

atravessou abruptamente.

 

Sem tempo de parar

gritei ferozmente,

o pedestre insensível

seguiu publicamente.

 

Em segundos fui ao chão

para evitar a colisão.

Sem desculpas e sem ajuda

fiquei sentado no chão”     por IS.

 

 

Ciclista no chão1                              Ciclista caído2

 

 

Ciclista vista

 

Escultura em metal reciclado. Minha autoria.

A Cidade é para todos!

A cidade é o local onde as pessoas caminham, praticam esportes, fazem compras, trabalham, habitam ou simplesmente local de contemplação. É o palco onde abrigam espaços públicos para as PESSOAS. A diversidade urbana envolve misturas de usos sendo importantíssimo investimentos na infraestrutura com transporte de qualidade, segurança, saneamento, saúde, acessibilidade, parques públicos, vegetação, promovendo principalmente soluções para aproximar o trabalho da moradia. Jaime Lerner descreve, “conquanto a cidade seja também o cenário de trocas econômicas, de produção cultural, de exibição de avanços tecnológicos, de fluxos e deslocamentos, ela é, acima de tudo, o lar da maioria da humanidade.”

Para que as cidades funcionem e sejam atrativas, os aspectos físicos, práticos e funcionais devem estar estruturados. Placas informativas, iluminação apropriada e mobiliário urbano são estratégicas indispensáveis para a qualidade de vida da cidade. Paris, por exemplo, vem adotando uma política centrada na cidade para as pessoas. Várias ações estão acontecendo.

 

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O mobiliário urbano É essencial para o conforto das crianças, dos adultos e idosos. Seja fixo ou móvel, os assentos devem ser confortáveis e dispostos em caminhadas curtas.

 

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Nessa rua no Leblon ( Rio de Janeiro), o banco de madeira na calçada convida o descanso na hora do almoço.

 

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Na Alemanha, bancos foram projetados para também serem utilizados `a noite, com iluminação própria.

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Em relação a limpeza, nada como aspiradores de lixo para fazer a manutenção.

 

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Infelizmente a cidade foi descuidada perante a prioridade do uso do automóvel. Muitas cidades tem dificuldade em transformar espaços públicos para as PESSOAS. É preciso mapear e avaliar os espaços das cidades a fim de promover soluções para as melhorias necessárias. A vida nas cidades está em constante transformação. Soluções existem, a boa vontade é que falta para a reforma urbana.

MANIFESTO DOS PASSARINHOS.

O belo natural não é vitrine, a beleza natural é vida. Em defesa da Amazônia, das florestas tropicais, das florestas urbanas, de um futuro mais humano e sustentável para todos os seres humanos e desumanos, o Manifesto dos Passarinhos reafirma a importância da proteção das florestas frente ao descontrolado desmatamento abusivo. A ausência de políticas reais e seguras no controle do desmatamento da Amazônia e de outras florestas tropicais contribui para a redução da biodiversidade.

“Senhoras e Senhores, adultos e crianças, apresentamos a delicada situação que estamos vivendo perante a velocidade do desmatamento que assola nosso habitat. Corremos o risco de desaparecer. Não somos um movimento ecológico. Somos seres que vivem e dependem da existência da natureza. Entendemos suas necessidades. Compreendemos que dela são retirados os seus alimentos. Sabemos o quanto é vital o oxigênio que ela lhes dá. A importância da madeira para suas moradias. O prazer e as emoções que batem o coração de vocês. Então perguntamos: por que essa destruição? Nossas árvores são nossos abrigos Vocês convivem com ela, mas ignoram o seu valor. Vocês exploram, deformam, queimam. Depositam os seus lixos. Fazem dela o ouro ilusório estimulando o terror. Vocês abraçam a crueldade. Para que serve uma flor de plástico? E uma folha queimada? Floresta devastada, pássaros mortos, animais encarcerados, crianças famintas são a estetização da vida e do consumo humano? Não somos objetos decorativos. Não somos figuras de cera. Somos arquitetos do nosso patrimônio. Contra o corte e o fogo. As grades e os flagelos. Contra as falácias das vozes. Por um olhar verde, hortas urbanas, piqueniques no parque. Pelo frescor das sombras das árvores, abrigos aos infortúnios Pelo cumprimento das leis de conservação das florestas Caminhem conosco nessa Jornada Verde!”   Isabela Saramago.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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