A arte de reciclar.

Já faz tempo que o homem vem degradando a natureza seja pela sobrevivência seja pelo comportamento. Poluição, desmatamentos, uso de agrotóxicos, desperdício de água, energia elétrica entre outros, coloca o meio ambiente em risco afetando tanto seu habitat como também das espécies animais e vegetais.

Na última década, muitas pessoas estão buscando alternativas sustentáveis no aproveitamento dos resíduos sólidos. Um bom exemplo pode ser observado no jardim externo de uma casa em um condomínio na Barra da Tijuca na Cidade do Rio de Janeiro. Após o término do telhado, o arquiteto aproveitou as telhas restantes e projetou um canteiro ao redor da casa.

 

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Já o Artista Angolano (infelizmente não consegui saber o seu nome), aproveita os talheres doados e desperdiçados e cria formas inusitadas para decorar a casa ou bijuterias bastante originais.

 

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Cada movimento contribui na diminuição do impacto ambiental.

MANIFESTO DOS PASSARINHOS.

O belo natural não é vitrine, a beleza natural é vida. Em defesa da Amazônia, das florestas tropicais, das florestas urbanas, de um futuro mais humano e sustentável para todos os seres humanos e desumanos, o Manifesto dos Passarinhos reafirma a importância da proteção das florestas frente ao descontrolado desmatamento abusivo. A ausência de políticas reais e seguras no controle do desmatamento da Amazônia e de outras florestas tropicais contribui para a redução da biodiversidade.

“Senhoras e Senhores, adultos e crianças, apresentamos a delicada situação que estamos vivendo perante a velocidade do desmatamento que assola nosso habitat. Corremos o risco de desaparecer. Não somos um movimento ecológico. Somos seres que vivem e dependem da existência da natureza. Entendemos suas necessidades. Compreendemos que dela são retirados os seus alimentos. Sabemos o quanto é vital o oxigênio que ela lhes dá. A importância da madeira para suas moradias. O prazer e as emoções que batem o coração de vocês. Então perguntamos: por que essa destruição? Nossas árvores são nossos abrigos Vocês convivem com ela, mas ignoram o seu valor. Vocês exploram, deformam, queimam. Depositam os seus lixos. Fazem dela o ouro ilusório estimulando o terror. Vocês abraçam a crueldade. Para que serve uma flor de plástico? E uma folha queimada? Floresta devastada, pássaros mortos, animais encarcerados, crianças famintas são a estetização da vida e do consumo humano? Não somos objetos decorativos. Não somos figuras de cera. Somos arquitetos do nosso patrimônio. Contra o corte e o fogo. As grades e os flagelos. Contra as falácias das vozes. Por um olhar verde, hortas urbanas, piqueniques no parque. Pelo frescor das sombras das árvores, abrigos aos infortúnios Pelo cumprimento das leis de conservação das florestas Caminhem conosco nessa Jornada Verde!”   Isabela Saramago.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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