A Nobre Arte Reciclada.

Buscar alternativas para fazer Arte é uma tendência marcante no mercado de Arte. Não apenas pela atual crise econômica, mas pela conscientização das questões da sustentabilidade.
Atualmente os plásticos representam aproximadamente 80% do lixo marinho. Medidas sustentáveis estão sendo discutidas, mas prever o fim da indústria dos plásticos é ainda utópico.
Mais pessoas passaram a prestar atenção no futuro do nosso planeta. Projetos inovadores são cada vez mais aplicados no aproveitamento do resíduo sólido. É o caso do artesão brasileiro Claudinel Roberto Nanzi, morador em Jundiaí (SP). Após décadas utilizando a madeira como matéria prima para suas criações, decidiu trocar por garrafas PET. A reciclagem das garrafas começou como hobbie até que a brincadeira transformou-se em belas esculturas. Deslumbrado com a versatilidade do produto, comenta: ” as que me dão mais prazer de transformar são aquelas que eu chamo de garrafas de área de risco, porque estão prestes a cair dentro de uma galeria de água pluvial ou dentro dentro de um córrego. Quando vão virar um problema, eu faço a captação e transformo em arte”.
São aproximadamente 400 garrafas PET reutilizadas com a ajuda de uma tesoura, ferro de solda, pincel, tinta, cola entre outros. As peças variam de R$ 15 a R$80, dependendo do tamanho.

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O desafio agora é ter o trabalho reconhecido pelo mercado de arte.

ESPERANÇA

 

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Vivo numa cidade

Onde as ruas são dos carros.

Onde a água é mal tratada

Rios como depósito de lixo

Muitas casas sem esgoto

Pessoas inseguras, famintas.

 

 

Eu fui o ontem.                           IMG_0332

Sou o hoje.

Me chamo Esperança!

Por Isabela Saramago, 2018.

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                           Esperança, escultura em metal reciclado

                                                                                                                          Minha autoria.

 

 

 

 

 

 

 

Acorda Brasil! Nossa floresta a Amazônia, está sendo exterminada!

Não é de hoje que relatos são escritos sobre o desmatamento da floresta Amazônica. A pecuária vem tomando espaço pelo grande consumo de carnes e derivados.

O avanço do agronegócio cuja cultivo da soja vem avançando em grandes extensões de terra gerando a construção de vias de acesso, infraestrutura além da remoção indevida ou pressionada dos colonos.

Como se percebe, esses dois exemplos já são problemas ambientais que estão diretamente ligados à sobrevivência da floresta Amazônica. Temos a obrigação de promover ações urgentes, desenvolver propostas ambiciosas para que haja um equilibrio em todas as partes.

A sobrevivência da floresta depende do quanto o homem tem consciência de que faz parte dela e não ser proprietário.

 

Acorda Brasil .... está acabando!!!

Referência do texto da Revista Filantropia – On-Line – n˚ 70, Blog Bio Terra.

Amizade.

Diante das frequentes catástrofes naturais, talvez pelas agressivas ações do homem, talvez por ser assim que a Terra funcione, a natureza vem mostrando a sua força e poder. Respeitá-la é a única condição do homem na condição de preservar nossa espécie como um todo.

 

Amizade

 

Escultura em metal reciclado com acabamento em pátina, minha autoria.

Reciclando.

Nas últimas décadas, a discussão sobre os resíduos sólidos vem ocupando destaque em vários setores. Os danos ambientais decorrentes dos resíduos mau descartados são consequências, dentre outras, da falta do conhecimento de como fazer o descarte correto. Em nossa cultura desconhecemos a reparabilidade dos objetos – o lixo significa algo sem função que deve ser jogado fora. É importante adotarmos medidas no tratamento dos resíduos descartados para melhorar a qualidade do ambiente em que vivemos.

Nesse contexto, o descarte das bolinhas de tênis inúteis a qualquer partida, podem servir de corpo num divã. Fixa numa estrutura de aço com pintura eletrostática, as bolinhas de tênis funcionam como um massageador corporal.

 

Divã Bol – reciclando bolas de Tênis – Minha autoria.

Divã Tênis

Na contramão de uma cidade para as pessoas.

http://projetocolabora.com.br/agua/pescadores-da-baia-de-guanabara-sofrem/?utm_source=Colabora&utm_campaign=c299c45bc5-EMAIL_CAMPAIGN_2017_03_22&utm_medium=email&utm_term=0_7b4d6ea50c-c299c45bc5-401922365

Não é só nos problemas da violência urbana que as cidades brasileiras conseguem lidar. A poluição dos rios, das lagoas e do mar colocam a saúde brasileira em estado de alerta. A esperança vivida no Rio de Janeiro em despoluir a Baía de Guanabara para os Jogos Olímpicos foi para o ralo a baixo. Destaco esse fato por ter sido uma oportunidade de resolver um problema crônico herdado de muitos governos anteriores. Cabe uma visita no link do ProjetoColabora adicionado acima.

 

As fotos a seguir foram tiradas dois dias após o término do Jogos na Lagoa Rodrigo de Freitas.

 

 

Lagoa Rio                      Peixe morto Escultura Peixe Morto, minha autoria.